Erro incompreensível na clássica Campaccio-International Cross Country

Na terceira etapa do calendário da IAAF Permit Cross Country, evento que reúne as sete principais provas europeias de corta-mato, o impensável aconteceu, com a organização da Campaccio-International Cross Country a confundir o terceiro colocado com o quarto atleta a terminar.

 

Na clássica Campaccio-International Cross Country, em San Giorgio su Legnano, Itália, assistiu-se a uma excelente corrida, já que James Kibet, Tesfaye Deriba, Paul Chelimo e Filmon Ande oferecerem uma prova de sonho para os presentes. Numa luta renhida entre os quatro, tudo ficou decidido nos metros finais, com o queniano Kibet a “sprintar” para o triunfo, não sendo acompanhado pelo etíope Deriba, que acabou por ceder. Ambos terminaram com o mesmo tempo, 29m34.

Mas o impnesável aconteceu pouco depois. O favorito norte-americano Chelimo, terceiro colocado, com o registo de 29m38, apresentou-se no pódio para receber a sua medalha e prémios, sendo surpreendido com a presença de Andre (29m40), da Erirtreia, que ocupava o seu lugar.

Tanto Chelimo como Kibet e Deriba estranharam o que estava a acontecer (o queniano chegou mesmo a rir do sucedido), mas a verdade é que Andre, antes de ser “retirado” do pódio, ainda recebeu flores por parte da organização.

Um caso verdadeiramente incompreensível, tendo em vista a importância da prova.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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