Bolt perde mas vai a final

Usain Bolt assegurou a sua presença na final do Mundial de Londres, que será realizada ainda este sábado, apesar de ter perdido a sua eliminatória.

Na eliminatória mais disputada das três da meia-final, o norte-americano Christian Coleman foi superior a Bolt (leia aqui o nosso especial sobre o adeus da lenda), registando o tempo de 09s97, enquanto o jamaicano correu o hectómetro em 9s98. Nos metros finais, os dois atletas olharam um para o outro, o que faz crer que teremos uma grande final dentro de momentos no Estádio Olímpico.

 

Dessa vez não deu pro raio não, Christian Coleman apronta pra cima de Usain, crava o melhor tempo das semifinais e está na final dos 100M, de o play e veja como foi a prova!

Publicado por VMAX Velocidade Máxima em Sábado, 5 de Agosto de 2017

 

Entretanto, nas duas restantes eliminatórias, alcançaram um lugar na final o jamaicano Yohan Blake (10s04), o surpreendente Reece Prescod (10s05), da Grã-Bretanha, o sul-africano Akani Simbine (10s05) e o norte-americano Justin Gatlin (10s09). Foram repescados o gaulês Jimmy Vicaut (10s09) e o chinês Bingtian Su (10s10).

A final dos 100 metros, com Bolt à procura da sua quarta medalha de ouro, algo inédito até hoje, acontecerá às 21h45.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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