Bolt infeliz com a sua corrida mas nas meias-finais dos 100 metros

Como era de esperar, Usain Bolt alcançou as meias-finais dos 100 metros, abrandando nos metros finais da sua eliminatória. No entanto, o jamaicano não ficou feliz com a sua corrida.

Devido a uma péssima partida, Bolt foi obrigado a fazer uma corrida de recuperação para acabar por vencer os 100 metros com o tempo de 10s07. É verdade que o jamaicano não costuma sair bem nas suas provas, mas o melhor velocista de todos os tempos fez realmente uma má partida. No final, foi visível verificar que Bolt não estava satisfeito consigo mesmo, apesar do apoio e carinho do público.

«A partida foi extremamente má», admitiu o jamaicano na entrevista rápida. No entanto, Bolt não deixou de agradecer os espetadores: «É sempre bom voltar e receber a energia do público.»

Atrás do jamaicano (alvo de capa da nossa revista), com lugares também nas meias-finais, que acontecem no sábado, dia da final, ficaram o britânico James Dasaolu (10s13) e o gaulês Jimmy Vicaut (10s15).

LEIA TAMBÉM

Veja como Usain Bolt superou o recorde do Mundo dos 100 metros

David Lima falha meias-finais dos 100m

Marta Pen falha qualificação nos 1500 metros no Mundial de Londres

Calendário dos portugueses no Mundial de Londres

O calendário do Mundial de Londres

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos