«Adeus a uma lenda» é a festa de despedida de Bolt na Jamaica

No próximo dia 10 de junho, na segunda edição da Racers Grand Prix, em Kingston, na Jamaica, ocorrerá ao mesmo tempo a “festa” «Adeus a uma lenda», evento que pretende homenagear Usain Bolt, que fará a sua última corrida no seu país antes da reforma após o Mundial de Londres, em agosto.

 

Organizado por Glen Mills, considerado o pai da velocidade na Jamaica e treinador de Bolt, a edição deste ano da Racers Grand Prix contará com a presença de vários nomes da Corrida da atualidade, já que ninguém quer faltar a festa de despedida de Bolt no seu país.

Entre os nomes já confirmados estão os compatriotas Yohan Blake e Asafa Powell, mas também Mo Farah, David Rudisha e, principalmente, o sul-africano Wayde van Niekerk, que muitos consideram que ocupará o lugar de Bolt na imprensa internacional. No entanto, não há certezas se o sul-africano e o jamaicano correrão os 100 metros juntos, num duelo que é aguardado por milhões de pessoas (em Londres, Bolt correrá os 100m e Van Niekerk os 200m e 400m, prova que é recordista mundial, marca obtida nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no ano passado).

 

LEIA TAMBÉM
Usain Bolt garante que não terá “uma barriguinha” após terminar a sua carreira

 

Recorde-se que a história de Bolt começou em 2002, quando alcançou 20s61 nos 200m, com 15 anos, conquistando o título mundial junior (o mais jovem de sempre…). Depois foram 15 anos de uma lenda, um velocista que escreveu o seu nome na História do Desporto.

Apesar da despedida oficial ser em Londres, a verdade é que provavelmente será no National Stadium de Kingston que Bolt sentirá mais a sua despedida, junto do seu público, da sua gente. O evento está a ser aguardado com enorme expetativa pela população local, que certamente vai fazer uma festa enorme ao seu ídolo, que levou o nome do país a uma projeção apenas comparada ao eterno Rei do Reaggae, Bob Marley.

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos