Allyson Félix quer confirmar domínio nos 400 metros

O Mundial de Atletismo tem hoje como foco central a norte-americana Allyson Félix, que pretende confirmar ser uma das grandes corredoras do século XXI. A final dos 400 metros está agendada para às 21h50.

Como aconteceu com na prova masculina, com Wayde van Niekert, ninguém acredita que o título mundial fuja a Félix, que, ao que tudo indica, manterá por mais dois anos o título mundial. Também campeã olímpica, a norte-americana tem como principal adversária ela própria, já que o excesso de confiança poderá causar dissabores. Shauna Miller-Uibo, das Bahamas, e a compatriota Phylis Francis são os alvos a reter por Félix.

No lançamento do peso (20h25), a final tem dois nomes a ter em conta: a chinesa Lijao Gong, vice-campeã no último Mundial, em Pequim, e a atleta dos Estados Unidos Raven Sanders. Como curiosidade, regira-se que a asiática tem no seu curriculum seis pratas desde 2008, entre Mundiais e Jogos Olímpicos. Será desta que ganhará finalmente o ouro?

A outra final do dia é nos 400 metros barreiras (21h33). Há um nome que centrará as objetivas dos fotógrafos, o norte-americano Kerron Clement, principal favorito após a desclassificação nas eliminatórias do líder da época, Kyron McMaster, das Ilhas Virgens Britânicas.

David Lima nos 200 metros e o regresso de Mo Farah

Em relação a Portugal, destaque para David Lima, que vai disputar as meias-finais dos 200 metros (20h50). Só um milagre colocará o velocista na final, já que o português tem o sexto melhor tempo da sua série e apenas dois alcançam a qualificação direta. Lima apresenta o 16.º melhor tempo dos atletas presentes nas meia-finais.

 

David ima vai tertar o impossível em Londres
David ima vai tertar o impossível em Londres

 

Entretanto, referência para o regresso de Mo Farah, desta vez para as eliminatórias dos 5000 metros, prova que procura manter o título mundial. Recorde-se que, logo no primeiro dia, o britânico conquistou a medalha de ouro nos 10 mil metros, para gáudio dos britânicos.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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