Bolt diz adeus aos jamaicanos com uma vitória na Racers Grand Prix

Na segunda edição da Racers Grand Prix, em Kingston, Usain Bolt terminou a sua carreira de provas na Jamaica com uma vitória nos 100m. num evento que foi chamado de «Adeus a uma lenda».

 

Organizado por Glen Mills, considerado o pai da velocidade na Jamaica e treinador de Bolt, a Racers Grand Prix contou com a presença de vários nomes do atletismo mundial, que fizeram questão de homenagear Bolt, que correu pela última vez no seu país antes de deixar a modalidade, concretamente em agosto, no Mundial de Londres.

LEIA TAMBÉM
Jamaicano Bolt estreia temporada ao ar livre
na Europa no dia 28 de junho

Recorde-se que a história de Bolt começou em 2002, quando alcançou 20s61 nos 200m, com 15 anos, conquistando o título mundial júnior (o mais jovem de sempre…). Depois foram 15 anos de uma lenda, um velocista que escreveu o seu nome na História do Desporto.

 Apesar da despedida oficial ser em Londres, a verdade é que dificilmente Bolt viverá momentos como viveu no National Stadium de Kingston, já que foio ovacionado pela sua gente durante todo o evento.

Resultado:

1 Bolt, Usain Jamaica 10.03 0.2
2 Minzie, Jevaughn Jamaica 10.15 0.2
3 Ashmeade, Nickel Jamaica 10.18 0.2
4 Gittens, Ramon Barbados 10.24 0.2
4 Bailey, Daniel Antigua 10.24 0.2
6 Rodgers, Jason St. Kitts& Nevis 10.29 0.2
7 Cotton, Terrel USA 10.31 0.2

Depois da despedida do seu país, Bolt terá mais três corridas na sua carreira, a primeira já no dia 28 de junho, em Ostrava, na República Checa (leia aqui). Logo teremos o jamaicano no Mónaco, a 22 de julho, e em Londres, onde correrá os 100m e os 4x100m.

Entretanto, nota para o triunfo de Wayde van Niekerk, que muitos acreditam ser o sucessor de Bolt, nos 200m, com 19s84. Muitos ansiavam um duelo entre os dois em Londres, mas o jamaicano apenas correrá os 100m, enquanto o sul-africano está inscrito nos 200m e 400m.

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos