Yuki Kawauchi é o novo atleta de elite da Maratona de Boston

A organização da Maratona de Boston revelou que o japonês Yuki Kawauchi, atleta que recusa ser patrocinado pelas grandes marcas, é o novo nome da elite masculina da prova.

 

Yuki Kawauchi vai correr pela primeira vez a Maratona de Boston. Até ao momento, o nipónico tem presenças em quatro provas da Abbot World Marathon Majors, entidade que reúne as seis principais Maratonas do Mundo.

13/11/2013 – Maratona de Nova Iorque: 2h12m29
02/11/2014 – Maratona de Nova Iorque: 2h16m41
01/11/2015 – Maratona de Nova Iorque: 2h13m29
25/09/2016 – Maratona de Berlim: 2h11m03

Recorde-se que o melhor tempo de Kawauchi, que recentemente correu a sua 12.ª Maratona do ano (Ehime, Daegu, Praga, Estocolmo, Gold Coast, Mundial de Londres, Oslo, Betsukai, Niza-Cannes, Saitama, Fukuoka e Hofu), é de 2h08m41. O nipónico procura no próximo dia 1 de janeiro, na Marshall Road Runners New Year’s Day Marshfield, igualar dois registos mundiais: igualar o recorde de 21 Maratonas Sub-2h11 e alcançar a 76.º Maratona Sub-2h20, ultrapassando o recorde do norte-americano Doug Kurtis (já detém o registo mundial de corredor com mais .

«Não consigo pensar em nada melhor do que alcançar o recorde em Marshfield e, em seguida, melhorar esse mesmo recorde em Boston. Não há lugar mais apropriado do que Boston para escrever novas páginas na História da Maratona», afirmou Kawauchi, que, por 25 vezes, já correu a Maratona em menos de 2h12. Um recorde mundial.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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