Vice-campeão do Mundo não aponta favoritos para o Mundial de Trail no Gerês

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O espanhol Luís Alberto Hernando, vice-campeão do mundo de Trail em 2015 e atual campeão do mundo de Skyrunning, acredita que não há um favorito claro para a sexta edição do Campeonato do Mundo da modalidade, agendada para sábado, no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

 

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«Há favoritos a quem as provas não correm como todos esperavam e outros que não o são mas podem ser uma surpresa. Em 10 horas pode haver vários problemas, ou seja, não há só um favorito, mas vários», afirmou o espanhol em conferência de imprensa, que salientou que esta incerteza quanto aos vencedores também acontece na prova por equipas.

Hernando recordou ainda que a temporada está no fim e, como tal, «há muito cansaço acumulado» nas pernas de todos, o que poderá causar «surpresas» entre os 266 atletas posicionados na linha da meta. Sobre o clima, o espanhol disse que o calor ou o frio não o incomodam, apenas a chuva.

Quem também falou foi o capitão da seleção portuguesa, Armando Teixeira, que corroborou as palavras do espanhol.

«A época já vai longa, os quilómetros já pesam e, em 10 horas, tudo pode acontecer.»

Armando Teixeira confessou que não espera ser o melhor português nem alcançar o Top 10, mas prometeu dar o seu melhor «com a minha condição física atual. O atleta admitiu ainda estar orgulhoso por pertencer a seleção nacional, «aos 41 anos».

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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