Urso mata adolescente de 16 anos que participava de uma corrida no Alasca

Patrick Cooper, de 16 anos, morreu após ser atacado por um urso no Alasca, quando participava na 29.ª edição da Robert Spurr Memorial Hill Climb, uma das provas mais conceituadas da região de Anchorage, no Alasca. Os organizadores revelaram que o jovem se perdeu e que enviou um SMS a família momentos antes da tragédia, a comunicar que estava a ser perseguido pelo animal…

 

Segundo o Washington Post, Cooper participava numa prova no Alasca quando não se apercebeu das indicações do percurso e acabou por se perder, sendo atacado por um urso com um peso de aproximadamente 250 quilos, que rondava o local, algo raro de acontecer.

De referir que Cooper comunicou a sua mãe que estava a ser perseguido pelo animal. De imediato a progenitora comunicou o sucedido aos organizadores, que começaram a fazer uma busca ao terreno da competição.

 

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O corpo do jovem foi localizado através do GPS do telemóvel e foi encontrado a cera de 500 metros do trilho da corrida. A imprensa local revela que a busca não foi tão rápida como o esperado devido a incerteza da localização do urso, que acabou por estar próximo de Cooper quando este foi localizado por um guarda florestal, que disparou sobre o animal. No entanto, o urso conseguiu escapar. Infelizmente, quando chegou perto do jovem atleta, o guarda florestal encontrou o corpo de Patrick Cooper sem vida, para enorme frustração da sua família e amigos, mas também da comunidade local, como admitiu o diretor da corrida, Brad Precosky, aos órgãos de comunicação.

«Esta foi a pior notícia que poderíamos ter recebido.»

Refira-se que a Robert Spurr Memorial Hill Climb ((Bird Ridge) é uma das grandes provas da região e 

As paisagens da Robert Spurr Memorial Hill Climb são um dos motivos de interesse da prova
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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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