Um atleta morre depois de correr a Maratona de Frankfurt

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Um atleta morreu numa unidade hospitalar alemã após ter sido socorrido na Maratona de Frankfurt, no quilómetro 39. Recorde-se que, na Alemanha, não é obrigatório o exame médico para correr a mítica distância, como acontece aliás em Portugal.

 

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A Maratona de Frankfurt, a segunda principal da Alemanha, após Berlim, teve a sua primeira vítima mortal do seu historial, em 35 edições. Tudo aconteceu no 39.º quilómetro, quando o atleta em causa sofreu um ataque e tombou no chão, sendo de imediato assistido e conduzido ao hospital. No entanto, e infelizmente, acabou por não resistir.

Segundo os organizadores, o corredor em causa apresentava problemas cardíacos, o que causou uma certa polémica nas redes sociais, com centenas de internautas a exigirem que as maratonas peçam exames médicos no ato da inscrição, o que não acontece na Alemanha.

A Maratona de Frankfurt reuniu no fim-de-semana cerca de 15 mil atletas e os vencedores foram os quenianos
Mark Korir (2h06m48) e Mamitu Daska (2h25m27).

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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