Samuel Barata e a sua estreia na Maratona: «Resultado não foi nada bom. Não era o que esperava»

A primeira vez nunca se esquece. Para o bem ou para o mal. No caso de Samuel Barata, de 25 anos, na sua estreia na Maratona, as memórias não serão as melhores, já que, em Tóquio, o atleta do Benfica não alcançou o tempo que esperava, terminando a prova na 91.ª posição.

 

«Resultado não foi nada bom. Não era o que esperava. Foram meses de trabalho árduos, queria fazer um resultado diferente, estava em boa forma, mas hoje o meu corpo, a partir dos 25 quilómetros, não permitiu», admitiu, na sua conta das redes sociais, Samuel Barata, que revelou ainda que, quatro quilómetros após a Meia-maratona, que cruzou em 1h06m48, começou a sentir dores musculares.

«Insisti, mas não consegui. Perdi muito tempo. A marca, de 2h24, não é nada de especial. É um resultado muito mau, mas dá-me experiência. São 42 quilómetros que não são nada fáceis.»

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O tempo oficial de Samuel Barata, na sua estreia da Maratona, foi de 2h24m15. Um resultado que não agradou o atleta do Benfica, que, no entanto, garante que servirá de exemplo para experiências futuras.

«Acho que poderei treinar ainda melhor, voltar a esta distância para correr a um tempo digno de registo», garantiu no seu depoimento.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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