Rosa Mota eternizada numa moeda

Um dos principais nomes do atletismo mundial, Rosa Mota é a nova integrante da série Ídolos do Desporto, moedas comemorativas que a Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) cunha em homenagem às grandes figuras do Desporto nacional. A autoria é do escultor João Cutileiro.

 

Campeã olímpica nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988, e campeã mundial em Roma, em 1987, Rosa Mota, que também ganhou uma medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, além de três campeonatos europeus, Rosa Mota é uma das atletas mais acarinhadas de sempre do Desporto nacional, sendo por isso a homenagem da INCM mais do que justificável.

A moeda de Rosa Mota, a sair em junho e desenhada por João Cutileiro, tem um valor facial de 7,50 euros e terá três emissões: em ouro “proof”, prata “proof” e prata normal (“proof” corresponde a moedas que apresentam o campo espelhado e os relevos matizados).

Esta moeda está inserida na celebração dos 250 anos da Imprensa Nacional, que ocorre em dezembro, e do Jardim Botânico da Ajuda, em Lisboa. Além de Rosa Mota, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda prevê a emissão de 10 moedas comemorativas, correntes e de coleção.

Moeda vai marcar o Mundial da Rússia

Entre outras, as moedas de coleção são dedicadas a Eduardo Souto de Moura, da série “Arquitetura Portuguesa”, desenhada pelo arquiteto Siza Vieira, aos Espigueiros, na série “Etnografia Portuguesa”, ao Barroco, na série “Europa – Idades da Europa”, à Águia Imperial Ibérica e ao Trevo de Quatro Folhas, na série “Espécies Ameaçadas”, e uma relativa ao Centenário do Armistício da I Grande Guerra (1914-18).

As moedas correntes vão assinalar os 250 anos da Imprensa Nacional, a sair em maio, e os 250 anos do Jardim Botânico da Ajuda, em Lisboa, em junho.

Em fevereiro será também cunhada uma moeda relativa ao XXI Campeonato do Mundo da FIFA, que terá o valor facial de 2,50 euros, sendo desenhada por João Duarte (será emitida em ouro “proof”, prata “proof” e cuproníquel normal).

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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