Polícia inglesa encontra assassino devido ao registo dos seus treinos

Corredor e ciclista, Mark Fellows, de 39 anos, foi condenado a prisão pelas autoridades britânicas após ter matado dois rivais, John Kinsella e Paul Massey. Tudo devido ao GPS do seu relógio, que registava os seus treinos…

 

Conhecido como “Iceman”, Fellows deve estar arrependido por ter comprado um Garmin Forerunner, que acabou por ser determinante para a sua detenção. Apesar de estar já sob a desconfiança da polícia britânica, o GPS do seu relógio foi determinante para a sua culpabilidade, concretamente para o assassinato de Massey, em 2015.

Tudo aconteceu depois dos investigadores terem visto uma fotografia de Fellows na Gran Manchester, prova de 10 km. Nela, verificaram que o seu suspeito estava a utilizar um Garmin Forerunner. Através de vários  cruzamentos de dados, as autoridades confirmaram a relação existente entre Fellows e Massey, já que o primeiro, e de acordo com os dados obtidos pelo GPS do relógio, tinha estado próximo da cena do crime de Massey. E mais: dois meses antes, o GPS registava uma atividade física de 35 minutos nas redondezas da casa da sua futura vítima, terminando num espaço muito próximo da residência de Massey.

Três anos depois, Iceman regressou ao “ativo”, planeando as suas rotas desportivas, a correr ou de bicicleta, de acordo com os passos de Kinsella, que acabou por morrer devido a dois tiros no passado dia 5 de maio, precisamente enquanto Fellows andava de bicicleta, refere o Liverpool Echo.  

As duas mortes aconteceram devido a uma guerra de gangsters pelo poder das ruas de Liverpool, sendo Mark Fellows condenado a prisão perpétua no passado dia 17 de janeiro.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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