Recordista da Meia-maratona, dos 20 km e dos 15 km na Meia-maratona de Barcelona

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A organização da Meia-maratona de Barcelona revelou que vai contar com a queniana Florence Kiplagat, detentorta dos recordes do Mundo da Meia-maratona, dos 20 km e dos 15 km. Nota também para a presença de Ghirmay Ghebreslassie, da Eritreia, campeão do Mundo da Maratona em Pequim, no ano passado.

 

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A Meia-maratona de Barcelona será disputada a 14 de fevereiro e tem em Kiplagat um dos seus principais nomes, já que a atleta sustenta três recordes mundiais: Meia-maratona (1h05m09), 20 km (1h01m54) e 15 km (46m14). De referir que a corredora queniana alcançou todos os três registos na Meia-maratona da Cidade Condal do ano passado.

A Meia-maratona de Barcelona, que conta mais uma vez com centenas de portugueses e dezenas de brasileiros, espera contar com 15 mil corredores, entre eles Ghebreslassie, que surpreendeu o Mundo no ano passado, em Pequim, quando conquistou a primeira medalha de ouro do seu país num campeonato mundial. É o atleta mais jovem a conquistar a medalha de ouro da Maratona em um Mundial, com 19 anos (2h12m27. O seu melhor tempo é 2h07m47).

O atleta espera alcançar o recorde do Mundo da distância em Barcelona, que servirá de preparação para os Jogos Olímpicos do Rio, em agosto. A sua melhor marca nos 21 km é de 1h00m09.

De referir que o Mundial da Meia-maratona realiza-se em Cardiff, em março.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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