Política de Trump impede Mo Farah de estar na Meia-maratona de Lisboa

Mo Farah

O organizador da Meia-maratona de Lisboa, Carlos Móia, prova agendada para 19 de março, revelou que a presente política de Donald Trump anti-imigração acabou por impedir a participação do britânico de origem somali Mo Farah, bicampeão olímpico dos 5.000 e 10.000 metros.

 

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«Mo Farah era para ser o cabeça de cartaz da prova. Atualmente a fazer um estágio em altitude na Etiópia, ele recusou o nosso convite quando estávamos a negociar porque poderia não ser autorizado a regressar aos Estados Unidos devido à nova legislação», afirmou na conferência de imprensa o presidente do Maratona Clube de Portugal, Carlos Móia, que revelou ainda que Farah ficou «transtornado» com as notícias vindas dos Estados Unidos. «Psicologicamente ele não se sentia bem e acabou por declinar o nosso convite.»

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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