Família de Pistorius indignada com o filme que recria o assassinato de Reeva Steenkamp

A família de Oscar Pistorius está indignada com o filme «Oscar Pistorius: Blade Runner Killer», que recria o que aconteceu em 2015, quando o atleta sul-africano assassinou a sua noiva, a modelo Reeva Steenkamp, segundo a justiça sul-africana.

 

A família do atleta paraolímpico sul-africano considerou o filme «uma burla e errónea representação da verdade», revelando que pondera processar os produtores de «Oscar Pistorius: Blade Runner Killer».

O filme recria os factos que ocorreram em 2015, quando a modelo Reeva Steenkamp morreu na casa de banho da residência do casal, precisamente no Dia dos Namorados.

A família do atleta reiterou mais uma vez que o sul-africano atirou na sua noiva por pensar que era um assaltante.

Através de um comunicado, a família revela que jamais foi consultada pelos produtores do filme, que deverá estrear no dia 11 de novembro no canal de televisão por cabo Lifetime.

Na película, Pistorius é interpretado pelo compatriota Andreas Damm. A alcunha «Blade Runner» é devido às próteses futuristas que o sul-africano utilizava para correr. A pena de Pistorius foi reduzida em 2016 para seis anos de prisão efetiva.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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