Vozes contra a pista de gelo no Estádio Olímpico de Amesterdão

Como tem ocorrido nos últimos anos, mais uma vez a pista de Atletismo do Estádio Olímpico de Amesterdão foi transformada numa pista de gelo. Uma mudança que está a levantar algum celeuma.

 

A pista de gelo no Estádio Olímpico de Amesterdão foi inaugurada no passado dia 18 de janeiro, uma alegria para os amantes dos desportos de Inverno, que poderão usufruir do local, de uma beleza singular, até o dia 28 de fevereiro.

De referir ainda que, entre 9 e 11 de março, o Estádio Olímpico de Amesterdão receberá o evento “ISU WK Allround 2018 Championship”, uma competição de patinagem de velocidade que acolherá alguns dos principais nomes da modalidade, holandeses e estrangeiros.

Festas na pista do gelo ao longo do mês

Apesar de ser um dos cartões de visitas neste período do ano na cidade, já que é impossível ficarmos indiferente a pista de gelo no meio do estádio, a verdade é que esta solução tem criado forte contestação na opinião pública, este ano mais forte do que nos anos anteriores, o que causou alguma surpresa nos governantes e na própria comunicação social.

Segunda as críticas, a pista de gelo desvirtua a “alma” do Estádio Olímpico de Amesterdão, uma opinião que não vai de encontro aos mais “liberais”, que defendem que, pelo menos, o recinto está a ser utilizado nesta época do ano e não abandonado, como acontecia no passado.

De referir que, de 18 de janeiro a 28 de fevereiro, há várias iniciativas que decorrem na pista de gelo, inclusive festas com DJs, por exemplo. No centro do terreno há ainda uma zona alimentar, garantindo deste modo as necessidades dos corred… patinadores.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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