Circuito Mundial de Pista Coberta: Genzebe Dibaba e Adam Kszczot em Madrid

A etíope Genzebe Dibaba e o polaco Adam Kszczot são as duas mais recentes estrelas confirmadas em Madrid, que, este ano, integra o Circuito Mundial de Pista Coberta, concretamente a 8 de fevereiro.

 

Pela primeira vez integrada no recente Circuito Mundial de Pista Coberta da IAAF, Madrid revela aos poucos as estrelas que estarão presentes no Centro Deportivo Municipal Gallur no próximo dia 8.

Uma das atletas mais acarinhada do público um pouco por todo o Mundo, Dibaba regressa a Madrid um ano depois de correr na capital espanhola, desta vez para participar no Circuito Mundial de Pista Coberta da IAAF. Se em 2017 correu os 1000 metros, agora correrá os 1500 metros, distância que detém os recordes do Mundo em Pista Coberta (3m55s17) e ao “Ar Livre” (3m50s07) e quatro títulos mundiais (três em Pista Coberta).

Quem também regressa é Kszczot, que, no ano passado, venceu os 800 metros em Madrid. Bicampeão europeu “indoor” na distância (Zurique 2014 e Amesterdão 2016) e duas medalhas de prata em Mundiais (Pequim 2015 e Londres 2017), o polaco tem como melhor marca 1m44s57 em Pista Coberta, a quarta de todos os tempos nos 800 metros. À sua frente está o etíope Mohammed Aman (1m44s52), que também estará em Madrid.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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