O quadro de medalhas final dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro

rio2016

Os Estados Unidos foram o país que conquistaram mais medalhas, um total de 121, sendo 46 de ouro. Nas posições seguintes ficaram a Grã-Bretanha (67, mas com 27 ouros), muito devido ao legado da organização da prova em 2012, e a China, com 70 (26 de ouro). Referência ainda para o Brasil, com 19 no total (sete de ouro), os Jogos com mais medalhas no seu historial, e para Portugal, com uma de bronze, conquistada por Telma Monteiro, no judo.

 

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OURO PRATA BRONZE TOTAL

1. Estados Unidos 46 37 38 121

2. Grã-Bretanha 27 23 17 67

3. China 26 18 26 70

4. Rússia 19 18 19 56

5. Alemanha 17 10 15 42

6. Japão 12 8 21 41

7. França 10 18 14 42

8. Coreia do Sul 9 3 9 21

9. Itália 8 12 8 28

10. Austrália 8 11 10 29

11. Holanda 8 7 4 19

12. Hungria 8 3 4 15

13. BRASIL 7 6 6 19

14. Espanha 7 4 6 17

15. Quénia 6 6 1 13

16. Jamaica 6 3 2 11

17. Croácia 5 3 2 10

18. Cuba 5 2 4 11

19. Nova Zelândia 4 9 5 18

20. Canadá 4 3 15 22

21. Uzbequistão 4 2 7 13

22. Cazaquistão 3 5 9 17

23. Colômbia 3 2 3 8

24. Suíça 3 2 2 7

25. Irão 3 1 4 8

26. Grécia 3 1 2 6

27. Argentina 3 1 0 4

28. Dinamarca 2 6 7 15

29. Suécia 2 6 3 11

30. África do Sul 2 6 2 10

31. Ucrânia 2 5 4 11

32. Sérvia 2 4 2 8

33. Polónia 2 3 6 11

34. Coreia do Norte 2 3 2 7

35. Bélgica 2 2 2 6

. Tailândia 2 2 2 6

37. Eslováquia 2 2 0 4

38. Geórgia 2 1 4 7

39. Azerbaijão 1 7 10 18

40. Bielorrússia 1 4 4 9

41. Turquia 1 3 4 8

42. Arménia 1 3 0 4

43. República Checa 1 2 7 10

44. Etiópia 1 2 5 8

45. Eslovénia 1 2 1 4

46. Indonésia 1 2 0 3

47. Roménia 1 1 3 5

48. Bahrein 1 1 0 2

. Vietname 1 1 0 2

50. Taiwan 1 0 2 3

51. Bahamas 1 0 1 2

. Atletas Olímpicos Independentes 1 0 1 2

. Costa do Marfim 1 0 1 2

54. Ilhas Fiji 1 0 0 1

. Jordânia 1 0 0 1

. Kosovo 1 0 0 1

. Porto Rico 1 0 0 1

. Singapura 1 0 0 1

. Tajiquistão 1 0 0 1

60. Malásia 0 4 1 5

61. México 0 3 2 5

62. Argélia 0 2 0 2

. Irlanda 0 2 0 2

64. Lituânia 0 1 3 4

65. Bulgária 0 1 2 2

. Venezuela 0 1 2 3

67. Índia 0 1 1 2

. Mongólia 0 1 1 2

69. Burundi 0 1 0 1

. Grenada 0 1 0 1

. Filipinas 0 1 0 1

. Níger 0 1 0 1

. Qatar 0 1 0 1

74. Noruega 0 0 4 4

75. Egito 0 0 3 3

. Tunísia 0 0 3 3

77. Israel 0 0 2 2

78. PORTUGAL 0 0 1 1

. Áustria 0 0 1 1

. Emirados Árabes Unidos 0 0 1 1

. Estónia 0 0 1 1

. Finlândia 0 0 1 1

. Marrocos 0 0 1 1

. Moldávia 0 0 1 1

. Nigéria 0 0 1 1

. República Dominicana 0 0 1 1

. Trindade e Tobago 0 0 1 1

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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