Nahuel Passerat vence Ronda dels Cims depois do terceiro lugar no ano passado

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Uma das provas mais ambicionadas de todos corredores do Ultra Trail devido a sua enorme dificuldade, Nahuel Passerat foi o grande vencedor da Ronda dels Cims (170 km/D+ 13.500m), a prova rainha da Andorra Ultra Trail Vallnord.

 

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Os nomes da prova foram Nahuel Passerat, Kenichi Yamamoto, Nicola Bassi e Pep Ballester, com o primeiro a ter a honra de terminar a prova na primeira posição, com o tempo de 31h33m22 (foi terceiro no ano passado). A felicidade do triunfo foi marcante, com o corredor gaulês a abraçar a sua família em Ordino.

O triunfo foi bastante disputado, já que, ao longo dos 170 km, os quatro corredores lutaram entre si durante várias ocasiões, com o público a ser brindado com uma luta titânica pela liderança (a cada ponto de controlo, um atleta assumia a liderança).

O TRIUNFO DE PASSERAT tomou forma em Valle de Inclès, quando conseguiu uma vantagem de nove minutos sobre o japonês Yamamoto, que acabou por terminar em segundo (mesma colocação alcançada em 2013), com o registo de 32h30m33. Na última posição do pódio ficou o italiano Nicola Bassi, 19.º em 2014.

«Não acredito! É algo enorme! O ano passado terminei em terceiro e hoje em primeiro, mas, na verdade, todos, do primeiro ao último, somos ganhadores. É mágico! Mais do que rápido, sou um corredor de fundo. Consegui fazer a gestão perfeita á noite. No ano passado corri muito tempo com Lluis Sanvicente, mas, este ano, fui sozinho na parte final e talvez gostasse mais de ter companhia, mas foi igualmente mágico e o resultado foi muito bom.»

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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