Mundo do Running português chora a morte de Analice Silva

E o pior aconteceu: ao contrário do que muitos desejavam e da onda de apoio nas redes sociais, o corpo de Analice Silva não aguentou e a atleta mais acarinha do pelotão nacional despediu-se das corridas e da vida esta quinta-feira, pelas 16h55, no Hospital de Santa Maria.

 

O fim chega a todos e desta vez chegou a Analice Silva. Aos 73 anos, a brasileira mais portuguesa das corridas nacional terminou de vez a prova mais dura da sua vida, sem conseguir, infelizmente, cruzar a meta como todos desejavam.

 

«Queridos Fãs, Amigos e Conhecidos da Analice, trago-vos a pior das notícias.

Lamentavelmente a nossa querida Analice faleceu hoje pelas 16h55m, após árdua luta que travava com o cancro. Estava serena e acompanhada com quem nunca lhe faltou!

Amanhã, nesta mesma página, será comunicado o local e hora do velório e cremação.

Agradecia alguma privacidade nesta hora difícil, para comigo e com o Orlando Duarte . Bem Hajam!», escreveu Cristina Guerreiro na sua página do Facebook.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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