Treinador do número um do mundo dos 400m barreiras é vítima mortal do Furacão Irma

Treinador de Kyron McMaster, número um do ranking mundial nos 400 metros barreiras, Xavier ‘Dag’ Samuel, das Ilhas Virgens Britânicas, foi uma das vítimas do Furacão Irma, que assolou a região das Caraíbas na última semana.

 

«É uma pena, uma desgraça», afirmou o responsável de imprensa da Organização Desportiva da América Central e Caribe, Carlos Uriarte, opinião partilhada por Víctor López, presidente da NACAC e membro do Conselho da IAAF.

«… em nome da família do Atletismo da NACAC e da IAAF (…) quero expressar as minhas sinceras condolências a família do companheiro e colega Xavier ‘Dag’ Samuel, das Ilhas Virgens Britânicas, que faleceu durante a passagem do Furacão Irma pela ilha de Tórtola (…) Poderíamos afirma que Dag, junto com Rey O´Neal, era o pai do Atletismo do seu país, nos apeto técnico e no desenvolvimento da modalidade, e o Rei no aspeto administrativo. Foi um dos nossos treinadores mais influentes no Mundo, obtendo medalhas a nível mundial com os seus atletas nacionais. Destacava-se há mais de dez anos a nível internacional, como é exemplo o sue trabalho como formador e treinador pessoal de Kyron McMaster, detentor da mehor marca do ano nos 400 metrso barreiras e recente vencedor da Liga Diamante.»

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Em 2016, Dag Samuel recebeu o prémio de Treinador do Ano nas Ilhas Virgens devido ao seu trabalho com McMaster (53s26 em 2014; 50s16 em 2015; 49s56 em 2016; e 47s80 em 2017).

Embora as autoridades não tenham confirmado, a imprensa local revela que Dag Samuel caiu do telhado de uma casa aquando da passagem do Furacão Irma.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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