Corredor morreu atropelado enquanto corria uma Meia-maratona

Na Costa Rica, um atleta morreu atropelado enquanto corria a Meia-maratona San José. Tudo por um condutor, bêbado, não respeitar as ordens das forças policiais.

 

Enquanto corria a Meia-maratona, David Yáñez Pacheco, de 35 anos, foi atropelado e levado de urgência para o Hospital Calderón Guardia. No entanto, o atleta acabou por não resistir e faleceu na unidade hospitalar.

O acidente aconteceu quando um condutor do carro, de 26 anos e bêbado, não respeitou as ordens das forças policiais da prova e resolveu abandonar uma fila de trânsito parada. O problema é que, quando avançou, acabou por atropelar Pacheco, que passava naquele justo momento.

O condutor procurou fugir, mas acabou por ser apanhado 600 metros depois do acidente.

A organização da Meia-maratona San José lamentou o sucedido, referindo no entanto que todas as medidas de segurança foram tomadas. «O problema foi a atitude irresponsável de um condutor ébrio. Há coisas que não podemos controlar», podemos ler num comunicado divulgado pela organização. Segundo a própria, a assistência médica demorou cerca de 1m30 a chegar ao local do acidente, próximo do quilómetro 15.

De referir que David Yáñez Pacheco era um atleta de elite do desporto venezuelano, numa prova que reuniu cerca de 1300 atletas. Os vencedores foram Angelo Oliva Bonilla, com um tempo de 1h10m38, e Jenny Méndez Suanca, com 1h18m05.

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos