Mo Farah prepara a Maratona de Londres na Meia-maratona de… Londres

O britânico Mo Farah revelou que vai estar presente na primeira edição da Meia-maratona de Londres, prova que vai utilizar como preparação para um dos objetivos da nova temporada, a Maratona de Londres, agendada para 22 de abril de 2018.

 

Recentemente distinguido com o título de Cavaleiro da Ordem do Império britânico, Mo Farah vai começar a sua nova etapa no Atletismo nas ruas de Londres, em março, concretamente na Meia-maratona da capital londrina. A prova começa próximo da Tower Bridge e termina em Cutty Sark, em Greenwich.

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Na Meia-maratona, Farah tem como melhor tempo 59m32, tempo alcançado em Lisboa há dois anos. Além de fazer parte da primeira edição do evento, a prova terá outra curiosidade, já que corrida será a primeira desde que o tetracampeão olímpico rompeu com o treinador Alberto Salazar, sendo agora orientado por Gary Lough, marido de Paula Radcliffe, recordista do Mundo da Maratona feminina.

 

«Será uma corrida ideal de preparação para a Maratona de Londres, seis semanas depois», revelou Farah.

Meia-maratona de Londres contará com Callum Hawkins 

Mo Farah terá como um dos principais rivais na prova o compatriota Callum Hawkins, quarto colocado na Maratona no recente Mundial de Atletismo, realizado precisamente na cidade londrina.

«Não escondo que fico agradado por defrontar os melhores atletas do mundo e eles não são melhores que Farah», referiu Hawkins, que tem como melhor resultado na distância 60 minutos, alcançado este ano no Japão.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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