Mo Farah cai e “perde” primeiro duelo com Kipchoge

Na Feira da Maratona de Londres, agendada para domingo, Mo Farah tentou correr numa passadeira com o ritmo médio de Eliud Kipchoge aquando alcançou o recorde do Mundo, no ano passado, em Berlim. O inglês não aguentou e… caiu.

O duelo entre Mo Farah e Eliud Kipchoge é o principal destaque da Maratona de Londres, no domingo. No entanto, há outros nomes a reter na prova, numa corrida aguardada por todos com enorme expetativa.

Tempos das principais estrelas da prova:

● 2h01m39: Eliud KIPCHOGE (KEN)
● 2h04m06: Tamirat TOLA (ET)
● 2h04m49: Tola Shura KITATA (ET)
● 2h05m11: Mo FARAH (GB)
● 2h05m26: Abraham KIPTUM (KEN)

Os últimos vencedores da Maratona de Londres foram os seguintes:

2013 ➜ 61m36 + 64m28 = 2h06:04 T Kebede (ET)
2014 ➜ 62:31 + 61:58 = 2h04:29 W Kipsan (KEN)
2015 ➜ 62:20 + 62:22 = 2h04:42 Kipchoge (KEN)
2016 ➜ 61:24 + 61:41 = 2h03:05 Kipchoge (KEN)
2017 ➜ 61:43 + 64:05 = 2h05:48 D Wanjiru (KEN)
2018 ➜ 61:00 + 63:17 = 2h04:17 Kipchoge (KEN)

Antes da corrida oficial de domingo, Mo Farah resolveu correr ao ritmo médio de Kipchoge em Berlim, no ano passado. A experiência não foi a melhor, mas o britânico jamais deixou de rir da situação, mostrando todo o seu desportivismo…

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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