Miguel Baptista e Natércia Martins Silvestre e Mariam Zapico Iglesias (ex aqueo) vencem Estrela Grande Ultra

85km

Miguel Baptista, no masculino, Natércia Martins Silvestre e Mariam Zapico Iglesias, no feminino, foram os grandes vencedoras da Estrela Grande Ultra (85 km e 11.000 metros de desnível acumulado). No Trail EGT (24 km e 1.500 de desnível acumulado) venceram Nuno Silva e Ester Alves.

 

Ajude-nos a crescer. Faça um LIKE na nossa página. Obrigado! 

 

Na festa do trail nacional no fim-de-semana, em Manteigas, brilhou Miguel Baptista em Manteigas. O corredor da equipa “O Mundo da Corrida” terminou a prova com o tempo de 11h25m44 (tempos parciais: Vale do Rossim – 01h12m21/ Bombeiros Loriga – 03h26m18/ Alvoco – 04h20m40/ Torre – 06h01m59/ Vale da Amoreira – 09h03m21), numa luta titânica com o segundo classificado, João Colaço, que registou 11h36m25 (01h11m43/ 03h31m18/ 04h24m08/ 05h53m45/ 09h03m41). Na terceira posição ficou Luís Duarte, com o tempo final de 11h45m13 (01h06m12/ 03h09m19/ 04h01m01/ 05h51m47/ 08h57m07/ 11h45m13).

No feminino, vitória para Natércia Martins Silvestre (01h18m04/ 03h54m18/ 04h55m50/ 06h49m59/ 10h35m41) e Mariam Zapico Iglesias (01h17m04/ 03h53m20/ 04h49m01/ 06h35m32/ 10h21m40), ambas com o tempo de 13h18m15. De notar que as duas corredoras terminaram a prova na sétima posição da geral, um resultado realmente avassalador. No último lugar do pódio ficou Daniela Cristina Gil Marinheiro (01h22m34/ 04h07m18/ 05h13m49 07h11m15/ 11h04m42), com o tempo de 14h03m59, 13.ª da geral.

25km

Nos 24 kms, Nuno Manuel Mendes da Silva também teve de se esforçar para sair vencedor, com o tempo final de 02h17m19. Atrás ficaram Guilherme Lourenço (02h19m10) e Amândio Antunes (02h27m01). Já Ester Alves (02h42m35), décima da geral, ficou à frente de Fernanda Verde (03h02m56) e Carla Maria Gonçalves Cristina (03h14m41).

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos