Meia-maratona de Lisboa 2019 com “lotação esgotada”

A organização da Meia-maratona de Lisboa revelou que a prova está esgotada, havendo, no momento, apenas inscrições para a Mini-maratona. Ou seja, na ponte 25 de abril, no próximo dia 17 de março, teremos 15 mil corredores, dos quais 7.500 estrangeiros.

 

Neste momento, e segundo dados da organização da Meia-maratona de Lisboa, há cerca de 500 inscrições disponíveis para a Mini-maratona, com um percurso de 7 Km. Um dado positivo para o presidente do Maratona Clube de Portugal, Carlos Moia:

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«O fecho das inscrições da Meia-maratona de Lisboa a mais de uma semana da prova é um sinal da vitalidade da prova e da adesão dos corredores nacionais e internacionais, que este ano ultrapassam os 7.500, registando um novo recorde de participantes estrangeiros, provenientes de mais de 100 países.»

Carlos Moia espera recuperar o recorde do Mundo na Meia-maratona de Lisboa 2019

O principal objetivo da prova deste ano será recuperar o recorde do Mundo da distância. Caso haja um novo recorde mundial nas ruas de Lisboa, o vencedor da Meia-maratona receberá um cheque-bónus de 50 mil euros, certamente um grande incentivo para as principais estrelas do evento.

«Não é segredo que eu e a minha equipa estamos a fazer todos os esforços necessários para recuperar o recorde do mundo para Lisboa e para Portugal. São estes desafios que me fazem continuar a “correr”», revelou Moia, que salientou ainda que a edição deste ano será a mais ecológica de sempre, com uma gigante operação de recuperação de plásticos.

Recorde-se que o recorde do Mundo da Meia-maratona está na posse do queniano Abraham Kiptum, que, em outubro último, em Valência, alcançou o tempo de 58m18, menos cinco segundos do que o registo do eritreu Zersenay Tadesse em Lisboa, em 2010.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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