Polícia alemã evita ataque terrorista durante a Meia-maratona de Berlim

As forças policiais de Berlim evitaram este domingo um ataque antiterrorista durante a Meia-maratona de Berlim ao deterem seis pessoas que planeavam cometer uma matança durante a prova. Um dos detidos tinha planeado atacar, com duas facas, os atletas e o público, revelou o Die Welt.

 

A revelação do ataque foi adiantada pelo Die Welt, sendo depois confirmada pelas autoridades policiais, que anunciaram ter detido seis jovens entre os 18 e 21 anos, sendo que um deles deveria cometer o ataque terrorista.

 

Os seis suspeitos pertenciam a um grupo próximo de Anis Amri, tunisino autor do atentado terrorista que aconteceu em dezembro de 2016 num Mercado de Natal de Berlim, que causou 12 mortes.

«Ainda estamos a analisar o que ocorreu, mas acreditamos que o pior poderia ter acontecido», revelou um porta-voz da polícia ao Die Welt.

Polícia acompanhava os passos do principal suspeito da Meia-maratona de Berlim há duas semanas

O diário alemão assegurou que o objetivo do ataque era vingar a morte de Amri, abatido pela polícia italiana após ter fugido do país depois do ataque terrorista de 2016.

Entretanto, as forças policiais revelaram que o principal suspeito do atentado estava sob vigilância há duas semanas. Evidentemente que esta detenção causou alguma apreensão em Berlim, mas, até ao momento, felizmente, o pior não aconteceu, fruto do pronto trabalho das forças policiais germânicas, que conseguiram evitar o pior na cidade e no desporto mundial.

Em termos desportivos, os triunfos foram para o queniano Erick Kiptanui, com 58m42, quarto tempo da história na distância, e a etíope Melat Kejeta, que correu a Meia-Marartona de Berlim em 1h09m04, outro excelente resultado para a prova

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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