Meia-maratona de Barcelona com cartaz de luxo procura o recorde masculino

A Meia-maratona de Barcelona, no próximo dia 11 de fevereiro, terá um elenco de luxo, tanto no masculino como no feminino. O mais recente nome é Leonard Langat, que vai procurar superar o recorde da prova.

 

Distinguida nos últimos meses com a Gold Label, máxima distinção que outorga a IAAF (entidade que rege o Atletismo mundial), e com as 5 estrelas da Associação Europeia de Atletismo, a Meia-maratona de Barcelona é hoje uma das principais provas da distância no Velho Continente.

Este ano, o objetivo da organização é superar o recorde masculino da corrida, que está na posse de Eliud Kipchoge, atual campeão olímpico da Maratona, desde 2013 (60m04).

O percurso da Meia-maratona de Barcelona passa pelos principais pontos turísticos da cidade
O percurso da Meia-maratona de Barcelona passa pelos principais pontos turísticos da cidade

Para isso, contratou nomes como Moses Kurong e Abdallah Mande (ambos do Uganda), Meshack Koech e Jonah Chesum (Quénia) e Mule Wasihun e Azmeraw Mengistu (Etiópia), além do também queniano Leonard Langat, o mais recente nome da elite masculina, que apresenta como melhor marca pessoal 59m18 (também Kurong correu a distância em menos de 60 minutos, concretamente 59m50)

De referir que Langat é o atual vencedor da Meia-maratona de Barcelona. No ano passado, correu a prova em 1h00m52, um mês antes de alcançar, em Itália, a sua melhor marca pessoal.

Meia-maratona de Barcelona feminina também com motivos de interesse

Se nos homens o triunfo deverá ficar entre Langat e Kurong, na elite feminina há pelo menos quatro atletas que sonham com a desejada vitória: as etíopes Tejitu Daba (1h08m21) e Dibabe Kuma (1h09m19), a queniana Susan Kipsang (1h09m02) e Mimi Belete (1h09m15), do Bahrein. Ou seja, todas com marcas inferiores a 70 minutos.

Além dos duelos pela vitória, um dos principais motivos de interesse da Meia-maratona de Barcelona será a presença de vários atletas europeus (nenhum português), que procurarão obter os mínimos no rápido circuito de rua catalão para o Mundial de Valência da distância, a 24 de março.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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