Atletas são obrigados a informar federação por escrito se pretendem correr a Maratona no Europeu de Berlim

Os atletas que pretendem competir na Maratona no Europeu de Berlim, entre 7 e 12 de agosto de 2018, terão de informar, por escrito, a Federação Portuguesa de Atletismo. O prazo termina a 15 de maio.

 

O cartaz do Europeu de Atletismo de Berlim
O cartaz do Europeu de Atletismo de Berlim

Segundo o jornal Record, «em cima da mesa está uma proposta nesse sentido feita pela direção técnica nacional, que nestas últimas semanas tem feito várias reuniões no sentido de apresentar os critérios de seleção para todas as competições importantes na próxima temporada. Tanto quanto o nosso jornal conseguiu apurar, existe um consenso bastante alargado no que respeita à prova da maratona, que terá lugar no último dia do Campeonato da Europa, a 12 de agosto. E a principal novidade tem a ver com o facto de passar a haver um compromisso por parte do atleta. Ou seja: quem quiser correr a maratona fará unicamente essa prova no Europeu, não podendo acumular com a presença noutra distância, como, por exemplo, os 10 mil metros».

Mínimos para a Maratona estão a ser estudados

Portanto, os atletas devem revelar as suas pretensões, por escrito, até o dia 15 de maio, pouco mais de uma semana antes do prazo final para a obtenção dos mínimos, que decorrem entre 1 de outubro deste ano e 6 de maio do próximo.

«Os mínimos ainda estão a ser estudados, mas em princípio haverá duas categorias. Nos homens, quem fizer menos de 2:13.30 horas está dentro do mínimo A, sendo o mínimo B de 2:15.00 horas.
Em femininos, onde tem havido por vezes mais do que três atletas a fazerem marca, provocando algumas situações mais delicadas, o mínimo A é de 2:31.30 horas e o B é de 2:32.30 horas», escreve ainda o jornal.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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