Maratona e Meia-maratona de Barcelona distinguidas com o máximo nível da Associação Europeia de Atletismo

A Associação Europeia de Atletismo outorgou a Maratona de Barcelona e a Meia-maratona de Barcelona a sua máxima distinção, ou seja, cinco estrelas, uma prova da qualidade das duas corridas, bastante procuradas pelos portugueses.

 

«Esta é uma grande notícia que demonstra a clara aposta de Barcelona pela excelência, por um modelo de corridas populares de máxima qualidade e propícias a todos os cidadãos», afirmou Marta Carranza, responsável pelo pelouro do Desporto do Ayuntamiento de Barcelona.

Já o responsável pelas duas provas, Sergi Pujalte, fez questão de salientar a importância que os organizadores dão ao corredor anónimo:

«Nossa prioridade tem sido sempre mimar o corredor popular, oferecer os melhores serviços e qualidade aos nossos atletas. Esta distinção serve de incentivo a trabalhar nesse sentido, tendo claro que a nossa prioridade é o corredor.»

Meia-maratona de Barcelona recebeu a medalha de ouro da IAAF

De recordar que, recentemente, a Meia-maratona de Barcelona recebeu a principal distinção da IAAF, a Gold Label Road Races.

Para receber estas distinções, as provas têm de responder a uma série de requisitos, tais como um elevado número de postos de abastecimentos ao longo do percurso, serviço médico, muitas lebres, facilidade de locomoção na partida e na chegada, lote de estrelas inscritas, etc.

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A edição da Maratona de Barcelona deste ano está agendada para o dia 11 de março. Um mês antes decorre a Meia-maratona da Cidade Condal, ambas orgulhosas de sustentarem agora as cinco estrelas da Associação Europeia de Atletismo.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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