Maratona de Nova Iorque com francoatiradores

Após o recente atentado em Nova Iorque, na última terça-feira, muitos colocaram em dúvida a realização da Maratona, agendada para domingo. No entanto, as autoridades policiais garantiram a segurança da prova, que contará com francoatiradores em locais estratégicos do percurso.

 

No total, 52 mil corredores oriundos de 180 países, além de 2,5 milhões de pessoas espalhadas pelas ruas. A Maratona de Nova Iorque é um dos grandes eventos anuais do Desporto mundial e por isso a sua segurança é olhada com grande preocupação pelas autoridades políticas e policiais.

Por isso, e depois do atentado de terça-feira, muitos duvidavam da realização da prova no próximo domingo. No entanto, o responsável pela polícia de Nova Iorque, Carlos Gómez, garantiu que a corrida «será um evento muito seguro», assegurando a realização da prova.

A segurança é a principal preocupação da organização da Maratona de Nova Iorque
A segurança é a principal preocupação da organização da Maratona de Nova Iorque

«A Maratona de Nova Iorque realizar-se-á, como estava previsto. A sua organização é uma das mais qualificadas do Mundo e posso garantir que será um evento extraordinário. Sempre o é», afirmou o “Mayor” da cidade, Bill de Blasio.

Recorde-se que, na terça-feira, Sayfullo Saipov, de 29 anos, imigrante do Uzbequistão, atropelou várias transeuntes na via pública, vitimando mortalmente oito pessoas. Para garantir a segurança de todos, a organização resolveu colocar camiões em locais estratégicos para evitar uma eventual investida de um automóvel, além de colocar agentes policiais e francoatiradores nos telhados. Carlos Gómez revelou ainda que vários agentes vestidos a civil estarão “camuflados” na assistência mas também na própria corrida, que será vigiada pelo ar por helicópteros.

Este ano, a Maratona de Nova Iorque tem como média de idade 41,2 anos. Em 2015 foi de 40,3 anos e, no ano passado, de 40,6 anos.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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