Maratona: campeã olímpica no Rio de Janeiro suspensa por doping

A queniana Jemima Sumgong, atual campeã olímpica da Maratona, foi suspensa por quatro anos após ter acusado positivo num exame antidoping.

 

A notícia foi revelada pela Agência Antidoping do Quénia, que informou que Sumgong acusou consumo de EPO e assim ficará suspensa por quatro anos.

A sanção tem o seu início a 3 de abril de 2017, ou seja, Jemima Sumgong está assim impedida de defender o título conquistado na Maratona nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no ano passado, em Tóquio, que receberá os jogos em 2020.

No Brasil, a queniana ganhou a medalha de ouro com o tempo de 2h24m04, oferecendo a primeira medalha de ouro olímpica da Maratona ao Quénia. Atrás ficaram Eunice Kirwa, com 2h24m13, e Mare Dibaba, 2h24m30.

Recorde-se que a queniana esteve entre nós em outubro de 2016, quando correu a Meia-maratona de Lisboa.

 

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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