Luís Fernandes desiste do MIUT em prol do Mundial

O madeirense Luís Fernandes, que foi convocado para o Mundial de Trail no lugar do lesionado Ricardo Silva, vai falhar o MIUT, já que a preparação para o Campeonato do Mundo assim exige: «O campeonato do mundo de Trail 2018 é só um e único, o MIUT é todos os anos»

 

«O meu próximo objetivo é dia 12 de maio, onde irei representar Portugal no campeonato do mundo de Trail, 85 km e 5000 D+, que vai decorrer em Penyagolosa Trails.

Devido à lesão prolongada do atleta Ricardo Silva, que o impossibilita de estar presente no Campeonato do Mundo a 12 de Maio, o selecionador nacional em articulação com a direção técnica da Associação de Trail Running de Portugal, convocou-me para fazer parte da equipa Nacional. Desejo as melhoras ao Ricardo e que tenha uma excelente recuperação», refere Luís Fernandes na sua página do Facebook.

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O português revela assim que terá de abdicar do MIUT, agendado para 28 de abril, em prol da convocatória para o Mundial de Penyagolosa Trails. Recorde-se que Luís Fernandes venceu a prova em 2015.

«Para mim será uma honra poder representar Portugal no campeonato do Mundo, farei o possível para estar ao melhor nível no dia 12 de maio, obrigado pelo reconhecimento do meu trabalho…

Após 7 participações seguidas no MIUT – Madeira Island Ultra Trail, últimos 3 anos nos 115km, este ano terá de ser adiada para 2019 devido ao apuramento.

O campeonato do mundo de Trail 2018 é só um e único, o MIUT é todos os anos»

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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