Wilson Kipsang defende o título na Maratona de Tóquio

Campeão em 2017, o queniano Wilson Kipsang vai defender o seu título da Maratona de Tóquio no próximo dia 25 de fevereiro. Nota para a ausência da campeã Sarah Chepchirchir.

 

Antes da corrida de 2017, Kipsang garantiu que iria procurar estabelecer o novo recorde do Mundo no renovado percurso da Maratona de Tóquio. Não conseguiu, já que, a partir do 30.º quilómetro, foi “obrigado” a correr sozinho, mas alcançou um excelente tempo na prova, 2h03m58.

Por isso, é com enorme expetativa que voltaremos a ver o queniano nas ruas da capital do Japão. Kipsang terá como principais rivais na Maratona de Tóquio os etíopes Tesfaye Abera e Tsegaye Mekonnen, ambos Sub-2h04, mas também os vencedores de Tóquio 2014 e 2016, respetivamente Dickson Chumba (Quénia) e Feyisa Lilesa (Etiópia). Referência ainda para Gideon Kipketer e Bernard Kipyego, ambos do Quénia, e Amos Kipyego (também do Quénia), vencedor da recente Maratona de Seul.

Campeã da Maratona de Tóquio ausente em 2018

Na prova feminina, e apesar da ausência da campeã de 2017, Sarah Chepchirchir (terminou com o tempo de 2h19m47), também teremos grandes atletas, como Birhane Dibaba (Etiópia), Ruti Aga (Etiópia), Pureza Cherotich Ronoripo (Quénia), Holah Kiprop (Quénia) Amy Cragg (EUA) e Meseret Defar (Etiópia).

Em relação aos atletas locais, no feminino, as favoritas são Yukiko Okuno, Hiroko Yoshitomi, Yumiko Kinoshita e Yoshiko Sakamoto. No masculino, olhos para Yuta Shitara, que pretende superar o recorde nacional nipónico, juntando assim o registo ao melhor tempo japonês na Meia-maratona (1h00m17). A sua melhor marca é 2h09m03, o recorde a superar de 2h06m16. Saliência ainda para Hiroto Inoue, Takashi Ichida e Hiroyuki Yamamoto.

Recorde-se que a Maratona de Tóquio faz parte da Abbott World Marathon Majors Series, que reúne as seis principais maratonas do Mundo (além da prova japonesa, temos Chicago, Boston, Londres, Berlim e Nova Iorque).

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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