Documentário revela os medos e segredos de Kilian Jornet na sua dupla ascensão ao Evereste

Kilian Jornet surpreendeu tudo e todos quando subiu, em menos de uma semana, o topo do Evereste, sem auxílio de oxigénio. A sua aventura, o último capítulo do projeto “Summits of My Life”, está agora disponível no documentário “Path to Everest”.

 

O documentário “Path to Everest” terá sessões de apresentação em Bilbao, Pamplona, ​​Madrid e Barcelona, em março. Nele podemos vivenciar um pouco como foi a sua ascensão ao Evereste, ou melhor, as suas duas ascensões ao Evereste, a montanha mais alta do Mundo. Sem auxílio de oxigénio!

De referir que o espanhol, quando era criança, escreveu num papel as corridas e as montanhas que gostaria de ganhar e escalar, respetivamente. Dessa lista, em maio último, Jornet cumpriu os seus desejos de montanhista, num projeto pessoal que durou cinco anos, denominado “Summits of My Life”, um projeto que conduziu o espanhol e a sua equipa pelos picos mais emblemáticos da Terra.

“Path to Everest” é realizado por Sébastien Montaz-Rosset e Josep Serra, que procuram mostrar o homem que está por trás do atleta, com os seus medos, as suas contradições e ilusões.

“Path to Everest” é o capítulo final de “Summits of My Life”

«Com “Path to Everest” chegamos ao fim de “Summits of My Life”. Foi um projeto apaixonante que abre novas portas para novos projetos e sonhos por cumprir no futuro. Aprendo muito neste caminho, escalei montanhas que sonhava desde pequeno e conheci pessoas incríveis em todo o Mundo. Faz-me muita ilusão poder compartilhar estes momentos com todos os espectadores que poderão ver o documentário», afirma Kilian Jornet num comunicado.

 

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Reinhold Messner, Jordi Canals, Jordi Tosas, Peter Habeler, Emelie Forsberg, Bruno Brunod e Sébastien Montaz-Rosset são apenas alguns dos nomes presentes no documentário, que não deixa de abordar a história das expedições ao Evereste desde o princípio do século XX.

 

 

O calendário de exibição de “Path to Everest”, com o custo de 10 euros e sempre com a presença do próprio Kilian Jornet, é a seguinte:

Teatro Campos Eliseos, em Bilbao: 1 de março (19h00),

Cines Golem, em Pamplona: 1 de março (21h00)

Palacio de la Prensa, em Madrid: 7 de março (20h00)

Aribau Multicines, em Barcelona: 8 de março (21h00) 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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