Kathrine Switzer termina Maratona de Boston 50 anos depois de entrar para a História

Nome primordial da Maratona de Boston, Kathrine Switzer, a primeira mulher a correr a prova com um dorsal, completou novamente a prova 50 anos depois de entrar na História do Desporto mundial.

 

Kathrine Switzer na Maratona de Boston de 1967

Switzer foi homenageada este ano pela organização da Maratona de Boston, que decidiu retirar para sempre o dorsal 261, número que a norte-americana sustentou em 1967.

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Para entendermos a importância deste marco, refira-se que, no mais de um século de História da corrida, apenas um dorsal foi “retirado” nos 121 anos da competição, o número 61, referente as 61 edições em que participou Johnny Kelley.

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Os tempos de Kathrine Switzer na prova de segunda-feira

Na segunda-feira, Switzer fez questão de correr a prova, aos 70 anos, sendo fortemente incentivada ao longo dos 42,195 km. No final, a mulher que mudou a História da Maratona terminou a sua corrida com o tempo de 4h44 (há 50 anos, correu a distância em 4h20).

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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