Jovem francesa de apenas 14 anos espanta o Atletismo no salto em comprimento

A francesa Heather Arneton, de apenas 14 anos, surpreendeu o Mundo do Atletismo após ter alcançado uma marca incrível no salto em comprimento em pista coberta. «Ela será campeã olímpica», garantiu o seu treinador ao diário Le Parisien.

 

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Em Eaubonne, na França, Arneton, considerada pelo prestigiante L´Equipe (considerado por muitos “A Bíblia do Desporto”) como um “Fenómeno”, saltou 6m57, uma marca apenas superada na História do Atletismo por apenas duas atletas com menos de 18 anos, concretamente a bicampeã olímpica alemã Heike Dreschsler (Barcelona92 e Sidney00) e a russa Anu Kalyurand, que, nos anos 80, saltaram 6m58 e 6m61, respetivamente.

Depois de saltar 6m42 em dezembro, Arneton voltou a colocar os focos da imprensa mundial em si com o seu incrível salto de 6m57, novo recorde do Mundo na sua categoria. Um resultado que não deixou indiferente o seu treinador, Antony Yaïch.

«Ela será campeã olímpica e não estou louco por afirmar isso. Nunca vi um talento como ela.»

Segundo a imprensa especializada, um dos segredos de Arneton é a sua velocidade, além de possuir uma técnica de chamada quase perfeita.

Como referência, refira-se que o recorde nacional de pista coberta, na posse de Naide Gomes, é de 7m00 (alcançado em Valência, em 2008) e que a norte-americana Tianna Bartoletta conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro com um salto de 7m17.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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