Jovem alcança mínimos para a Maratona dos JO Rio 2016 mas não a pode correr devido a idade

alisa

Alisa Vainio alcançou na Maratona de Joutseno, na Finlândia, os mínimos para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016. No entanto, devido a sua idade, 17 anos, não poderá correr a prova de sonho de qualquer maratonista…

 

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Na sua primeira maratona, a jovem finlandesa alcançou o tempo de 2h33m24, o sexto melhor tempo de sempre do seu país. Como os mínimos para a Maratona dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016, estipulado pela Federação Internacional de Atletismo (IAAF), está em 2h36, Vainio estaria qualificada para o Rio de Janeiro.

Estaria…

Tal não vai acontecer devido aos regulamentos estipulados pela IAAF, que impede a participação na maratona de atletas que tenham nascido depois de 1996 (Vainio nasceu a 16 de novembro de 1997). O objetivo é proteger os mais novos, que assim não se sentem “chamados” para a distância (o mesmo acontece nos 50 km marcha).

Apesar da frustração, de referir que a finlandesa, medalha de bronze nos 3000 obstáculos no Europeu, poderá ainda sonhar com os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, concretamente nos 3000 metros obstáculos e nos 10 mil metros, já que a IAAF permite a participação de atletas que tenham nascido antes de 1999 nestas duas distâncias. Na primeira, Vainio tem como melhor tempo 10m02s45 (os mínimos são 9m45); e, no segundo, 32m58s17 (32m15).

Recorde-se que, no Mundial de Atletismo, em agosto último, em Pequim, o vencedor da maratona foi um jovem: Ghirmay Ghebreselassie, com apenas 19 anos.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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