Jéssica Augusto brilha em Barcelona, Belachew em Hong Kong

Jéssica Augusto no pódio da Meia-maratona de Lisboa

A portuguesa Jéssica Augusto alcançou um honroso terceiro lugar na Meia-maratona de Barcelona, enquanto o etíope Bizuneh Melaku Belachew foi o nome da vigésima edição da Maratona de Hong Kong, com recorde da prova.

 

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A portuguesa, que alcançou o tempo de 1h10m36, ficou atrás da queniana Florence Jebet Kiplagat, que pretendia alcançar o recorde mundial da distância, que foi superado pela compatriota Peres Jepchirchir esta semana.

Kiplagat, que alcançou o seu quarto triunfo consecutivo, registou 1h08m15, um tempo longe da melhor marca da prova, de 1h05m06. O fraco tempo foi justificado pelo vento, que acabou por prejudicar melhores marcas. O segundo lugar foi alcançado pela etíope Kuma Dibaba (1h09m49).

Em masculinos, o triunfo sorriu para o queniano Leonard Langat Kipchoeg, com 1h00m52. Atrás ficaram os compatriotas Meshsak Koech (1h00m54) e Joel Kimure (1h00m59).

Entretanto, na Ásia, realizou-se uma das provas mais importante do continente, a Maratona de Hong Kong. No masculino, o etíope Bizuneh Melaku Belachew registou o recorde da prova, com 2h10m31. Atrás ficaram o queniano Julius Kipyego (2h10m34) e o etíope Chala Adguna Bekele (2h11m32).

No feminino, a também etíope Gulume Tollesa Chala voltou a vencer uma Maratona, após o triunfo em Frankfurt, em 2015. O seu tempo foi de 2h33m39.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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