Jeannie Rice estabeleceu um novo recorde do Mundo da Maratona no escalão 70-74 anos

Na recente Maratona de Chicago, Jeannie Rice alcançou o recorde do Mundo da distância para atletas com 70 anos. O seu objetivo é alcançar vitórias em todas as Majors (competição que engloba as seis principais Maratonas do Mundo).

 

Rice correu a Maratona de Chicago em 3h27m50, superando assim o anterior registo, que estava na posse da alemã Helga Miketta, que era de 3h35m29.

«Ganhar é uma das razões pelas quais corro. No entanto, se não ganhar, não tem importância. Provavelmente porque corro contra mim mesma, não contra outros.»

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Jeannie Rice revelou que começou a correr para perder peso e que, na sua estreia na Maratona, em 1984, na cidade de Cleveland, correu a distância em 3h45. Desde então já cortou a meta por 116 vezes.

«Não me sinto com 70 anos e é uma pena que o número esteja aí, preferia ter 40 anos. Provavelmente não poderei correr assim quando tiver mais dez anos.»

Objetivo de Jeannie Rice é ganhar as 6 Majors

Rice disse ainda que pretende correr todas as Majors e ganhar as provas da sua categoria. Além de Chicago, já tem um triunfo em Boston. Falta agora Nova Iorque, Berlim, Tóquio e Londres, onde já correu.

«Não quero apenas participar, quero ganhar

Os treinos de Rice começam às 5h30 com um grupo de corredores mais novos, algo que é benéfico segundo ela, já que são «corredores mais fortes». Em média, corre 100 quilómetros por semana.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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