Trânsito intenso na Ponte 25 de Abril no próximo domingo

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Como o esperado, as inscrições para a Mini e Meia-maratona da Ponte 25 de Abril estão esgotadas. No total, 35 mil pessoas fizeram questão de comemorar os 25 anos da prova no próximo domingo (destas, 15 mil na meia, um recorde), uma justa homenagem a uma prova que marcou e continua a marcar o desporto nacional.
«Se me perguntassem, em 1991, se chegaríamos aqui e com estes números, tenho quase a certeza que, apesar de todo o meu otimismo, teria dito que não. Mas a verdade é que todas as nossas melhores expectativas têm sido superadas, ano após ano», afirma o organizador do evento, Carlos Moia, do Maratona Clube de Portugal. «Quando olho para trás – 25 anos para trás -, para a história, para a ponte que nos levou a desafiar burocracias, inércias, mentalidades e a construir a prova que mudou o atletismo em Portugal, que trouxe os portugueses para a rua, que os ensinou a correr, a marchar, a fazer exercício físico, só posso ter orgulho na minha equipa, no caminho percorrido e no legado da Meia-maratona de Lisboa. Na verdade, passaram 25 anos, mudou muita coisa… quase tudo mudou, menos o nosso entusiasmo!»

A Meia-maratona deste ano terá como principal nome Mo Farah, campeão olímpico dos cinco e dez mil metros, entre outros títulos. A organização refere ainda que os kits de participação de todas as provas poderão ser levantados a partir de quinta-feira, dia 19 de Março, na SportExpo, que decorre no Terreiro das Missas, junto à estação fluvial de Belém.

É neste local de decorre a feira desportiva do evento, de entrada gratuita.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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