Inês Henriques é campeã de marcha 35 km com recorde nacional

Campeã e recordista mundial nos 50 km, dois objetivos alcançados no ano passado em Londres, Inês Henriques conquistou este domingo o título nacional dos 35 km marcha, com recorde de Portugal incluído.

 

«Campeão Nacional de 35km marcha com novo recorde nacional 2h45’51”
Crer é poder! O nosso corpo faz coisas fantásticas!
Este título é dedicado à Sófia, que nos deixou na passada sexta-feira, e para a família do Jorge Miguel, que está a passar por um momento difícil. Muito força para todos!
Obrigado pelo apoio e carinho do público de Porto de Mós», escreveu Inês Henriques, que, apesar da euforia da vitória e do seu feito, não esqueceu as pessoas próximas que passam por um período menos bom nas suas vidas.

O anterior recorde nacional estava na sua posse desde 15 de janeiro de 2017, igualmente nos campeonatos nacionais de marcha de estrada, quando correu a distância em 02h50m79.

Pódios:

50 KM (M)
1.º Pedro Isidro (SLB): 4h11m25
2.º Cristiano António (JV): 4h39m56
3.º Luís Silva (LMA): 4h44m11

50 KM (F)
1.ª Sandra Silva (CFOD): 5h08m13

35 KM (M)
1.º João Vieira (SCP): 2h38m18
2.º Miguel Carvalho (SLB): 2h41m36
3.º Miguel Rodrigues (SLB): 2h43m39

35 KM (F)
1.ª Inês Henriques (CNRM): 2h45m51
2.ª Mara Ribeiro (SLB): 3h02m29
3.ª Dolores Marcos (ESP): 3h10m14
4.ª Sandra Silva (CFOD): 3h28m21 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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