História de Pistorius vai ser uma série na Amazon Prime

Grande exemplo do desporto paralímpico, a vida do sul-africano Oscar Pistorius, conhecido por muitos como “Blade Runner”, virou um pesadelo em 2013, quando assassinou a noiva Reeva Steenkamp com quatro tiros na casa de banho da casa do casal.

 

Herói mundial aquando correu nos Jogos Olímpicos de 2012, sendo até então o primeiro atleta paralímpico a competir nos jogos, a vida de Pistorius mudou por completo no ano seguinte após a morte de Reeva Steenkamp.

Apesar de afirmar até hoje que é inocente (o sul-africano alega que confundiu a namorada com um intruso), a verdade é que a justiça assim não entendeu e condenou Pistorius sem clemência a 13 anos e 5 meses (após dois recursos), cumprindo a pena no Centro Correcional Attridgeville.

LEIA TAMBÉM
Oscar Pistorius ferido após uma luta com um recluso na prisão

Depois do filme “Blade Runner Killer”, chegou a vez da história de Pistorius ser transformada em série, concretamente na Prime Video de Amazon. “Pistorius” tem estreia mundial na quinta-feira em cerca de 200 países, numa série que terá quatro capítulos. Realizado por Vaughan Sivell, a produção durou três anos e, ao contrário do filme, teve a “benesse” da família do atleta sul-africano, com a série a incluir inclusive declarações de familiares e vídeos caseiros da infância do ex-atleta.

LEIA TAMBÉM
Família de Pistorius indignada com o filme que recria o assassinato de Reeva Steenkamp

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos