Governo russo cria novo laboratório antidoping

O Governo russo aprovou a criação de um novo laboratório antidoping, desta vez independente do Ministério dos Desportos. A medida tem como objetivo reabilitar a Agência Antidoping Nacional (RUSADA), que foi suspensa em 2015.

 

O novo laboratório ficará sob a alçada da Universidade de Moscovo, que, apesar de ser estatal, funcionará de forma «independente dos organismos de Estado», garante o Governo russo, desvinculando de vez o Ministério dos Desportos das responsabilidades do controlo antidoping.

Recorde-se que a RUSADA foi suspensa em 2015 após o escândalo de doping patrocinada pelo Estado russo, entre 2011 e 2015. Em junho, a Agência Mundial Antidopagem autorizou a Rússia a voltar a monitorizar os controlos antidoping, sob a supervisão da agência britânica (UKAD).

O vice-primeiro-ministro dos Desportos, Vitali Moutko, considerou que esta solução era «um grande passo para a reabilitação total da RUSADA».

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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