«Finalmente a meta!!! Ups, não é por aqui…»

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Uma das provas mais tradicionais em Itália, a Corsa Internazionale Oderzo Città Archeologica, já na sua 21.ª edição, ficou marcada por um desfecho insólito na categoria masculina (9800 metros), já que o líder da prova, nos metros finais, se enganou no percurso.

 

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Campeão europeu na Maratona, Daniele Meucci dominou desde o início a corrida que é disputada na cidade de Treviso. No entanto, na parte final, enganou-se no percurso e esteve próximo de perder a prova, algo que não aconteceu devido a vantagem que tinha perante o segundo colocado.

 

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Bem visível, a meta está localizada no lado direito de Daniele Meucci, que, provavelmente devido ao cansaço, não teve discernimento para ver o óbvio

 

Meucci conseguiu assim se recuperar e cortou a meta na primeira posição, com o tempo de 28m40, seis segundos a menos que Stefano La Rosa, atleta que também vai representar a Itália na Maratona dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto.

Na prova feminina, com um percurso de 5470 metros, não houve confusões, com a romena Madalina Florea a registar 17m48, menos dois segundos que a italiana Rosaria Console.

Para ver apenas a parte final, vá ao 12m50:

https://www.youtube.com/watch?v=YdUuoqsyElA

CLASSIFICAÇÕES

HOMEM (9800 metros)
Daniele Meucci, 28m40
Stefano La Rosa, 28m46
Marco Salami (Esercito) 28m54

MULHERES (5470 metros)
Madalina Florea, 17m48
Rosaria Console, 17m50
Valentina Costanza, 17m56

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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