Falcão “Falah” é a mascote do Mundial de Doha

O falcão “Falah”, animal vinculado à cultura dos países árabes do Golfo, é a mascote do Mundial de Atletismo, agendados para este ano, em Doha, entre os dias 28 de setembro e 6 de outubro. A figura foi escolhida por um painel de 40 crianças.

 

Em declarações à EFE, o diretor geral do comité organizador dos Mundiais, Dahlan Al Hamad, revelou que Falah exemplifica e encarna os valores desportivos do esforço e da perseverança de um animal que está sempre no alto.

«O falcão se destaca pela sua rapidez, visão, dedicação e não se rende até alcançar o que deseja obter. O falcão resume o que é um campeão do Atletismo, não se rende até chegar à meta», afirmou à EFE.

Devemos referir também que o falcão é frequentemente utilizado na caça, um desporto nacional nos países árabes do Golfo. Portanto, é um animal que está fortemente vinculado com a cultura qatari.

Mascote de Londres deixou saudades

Há dois anos, no Mundial de Londres, a mascote Hero foi uma das protagonistas do evento, “roubando” muitas vezes o protagonismo da competição. Os próprios atletas se divertiram bastante com «Hero, the Hedgehog». Relembre aqui alguns dos seus melhores momentos.

O Mundial de Londres marcou ainda a despedida do jamaicano Usain Bolt, um dos nomes de sempre do desporto mundial. Uma despedida que, no entanto, não foi aquela que todos esperavam, certamente nem mesmo o recordista do Mundo dos 100 e 200 metros…

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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