Etíope Genzebe Dibaba regista o recorde do Mundo nos 1500 metros

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A etíopa Genzebe Dibaba alcançou o novo recorde do Mundo dos 1500 metros na Diamond League, concretamente no Mónaco. O anterior registo, da chinesa Yunxia Qu, foi alcançado em 1993…

 

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O recorde mundial de Qu, de 3m50s46, era um dos mais antigos do atletismo, embora sob suspeita, já que a atleta fazia parte do denominado “Grupo de Ma Junren”, treinador suspeito de práticas de doping. A chinesa alcançou a marca a 11 de setembro de 1993.

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A africana, bicampeã mundial em pista coberta, correu a distância em 3m50s07 e Dibaba estabeleceu o primeiro recorde do mundo ao ar livre da presente temporada, que este ano conta com o Mundial, em agosto. Na segunda posição ficou a etíope naturalizada holandesa Sifan Hassan, campeã da Europa, com 3m56s05.

https://www.youtube.com/watch?v=SjOrUCGNhpI

O recorde do mundo dos 1500 metros também esteve próximo no masculino. O queniano Asbel Kiprop, campeão mundial, registou 3m26s69, apenas 69 centésimas a menos que a marca do marroquino Hicham El Guerrouj. Este foi o terceiro registo de sempre (o segundo melhor tempo da história está na posse do queniano naturalizado norte-americano Bernard Lagat, com 3m26s34).

Na segunda posição ficou o campeão olímpico Taoufik Makhloufi, de Marrocos, com 3m28s75.

Para termos uma ideia da qualidade da prova no Mónaco, refira-se que o décimo colocado, Matthew Centrowitz, dos Estados Unidos, alcançou o tempo de  3m30s40, enquanto seis atletas terminaram com o tempo inferior de 3m30. Uma corrida para a história.

http://www.youtube.com/watch?v=V002xPMb4JU

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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