Estrangeiros dominam Madeira Island Ultra Trail

miut2016

Com um cartaz de luxo, era de esperar que os estrangeiros dominassem a edição deste ano do Madeira Island Ultra Trail. O primeiro no masculino foi o norte-americano Zack Miller, enquanto no feminino o triunfo surgiu a francesa Caroline Chaverot, vencedora deste ano da Transgrancanaria 2016. Refira-se que o MIUT é a quinta prova do calendário do Ultra Trail World Tour.

 

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Atleta da Nike Trail Elite, de 26 anos, Miller terminou os 115 km (7.000 metros de desnível acumulado) da prova com o tempo de 13h53m35. De referir que o atleta dos Estados Unidos fez na Madeira a sua estreia no circuito mundial de Trail. Na segunda posição ficou o espanhol Tofol Castanyer, da Salomon Etixx, com 14h14m03, e, na terceira, o francês Sébastien Camus (Team Garmin Adventure), com 14h20m03.

Os três primeiros portugueses foram Luís Fernandes (14h49m20), sétimo da geral (defendia o título este ano), Armando Teixeira (15h22m53), décimo, e Cláudio Quelhas (16h06m42), 15.º.

No feminino a vitória foi para Chaverot, que dominou por completo a prova, confirmando a sua boa temporada, após o triunfo na recente e exigente Transgrancanaria deste ano. A gaulesa terminou com o tempo de 15h02m13, oitava da classificação geral (!!!). Na segunda posição ficou a suíça Andrea Huser (20.ª da geral), com mais de 100 minutos (16h24m04), comprovando o domínio total de Chaverot. No último lugar do pódio ficou Emilie Lecomte (36.ª), com 17h57m35.

A melhor portuguesa foi Sofia Roquete (66.º da geral), com 19h38m. Depois tivemos Susana Simões (105.ª), com 21h08m.

A Cerimónia de Encerramento e Entrega de Prémios do MIUT 2016 acontecerá no domingo, pelas 12h30, na Praça do Fórum, em Machico.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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