Estátua de Bolt inaugurada no Estádio Nacional da Jamaica

A lenda do sprint, o jamaicano Usain Bolt, foi imortalizada numa estátua de bronze, localizada no Estádio Nacional do país. O velocista não escondeu a sua emoção na cerimónia, que contou, por exemplo, com a presença do primeiro-ministro Andrew Holness, além do escultor Basil Watson.

 

Localizada no Independence Park, em Kingston, no domingo, a estátua de Bolt é o novo ponto turístico da capital da Jamaica. O “raio” não escondeu a sua emoção com a homenagem: «Não há palavras para descrever o que estou a sentir. Como é possível? Sinto-me muito bem e estou muito honrado com esta homenagem. Nunca pensei que viveria isto. É realmente um bom sentimento.»

Bolt aproveitou ainda a ocasião para elogiar o trabalho de Watson.

A comemoração de Bolt eternizada na Jamaica
A comemoração de Bolt eternizada na Jamaica

«Gostaria de agradecer o excelente trabalho de Watson, já que conseguiu recolher muitas das minhas caraterísticas, apresentando corretamente todos os detalhes, mesmo os meus dedos do pé, que são feios

O jamaicano falou também para os mais jovens, da Jamaica e do Mundo.

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«Nunca imaginei que teria uma estátua no Estádio Nacional, onde tudo começou. É por isso que sempre procuro incentivar os mais novos, falar a eles que qualquer coisa é possível, não há limites.»

Recorde-se que Bolt, detentor de oito medalhas olímpicas, ainda mantém os recordes do Mundos nos 100 e 200 metros, de 9s59 e 19s19, ambos alcançados no Campeonato do Mundo de Berlim, em 2009. O “raio” abandonou as pistas no passado mês de agosto, no Mundial de Londres.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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